Noites na Cidade em Montemor-o-Novo

Noites na Cidade em Montemor-o-Novo

A Cultura tem sido imagem de marca de Montemor-o-Novo, prova disso é a intensa e incessante programação que decorre nesta cidade alentejana. Após o término da 21.ª edição do Ciclo da Primavera, em Julho e Agosto, Montemorenses e forasteiros, sempre com entradas livres, estão convidados a abraçar as “Noites na Cidade”.

As noites amenas são um convite para um passeio pelas ruas de Montemor-o-Novo, mas são também ocasiões de cultura e lazer. Por isso, porque não culminar a caminhada no Parque Urbano. Aí está decorrer mais uma edição das “Noites na Cidade”, uma iniciativa da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

Desta forma, ao enorme espaço verde do Parque Urbano, junta-se a música, o teatro e o Cinema ao Ar Livre que, numa união reforçada, são factores apelativos a uma ida a esta zona de excelência, que é local de convívio e de peregrinação, quase indispensável, para centenas de pessoas, de todas as idades.

Se a música e o teatro têm por norma lugar ao sábado, o cinema tem lugar cativo todas as terças e quintas-feiras, às 21h30!

ESPECTÁCULOS “NOITES NA CIDADE”

Dia 17 de Julho – 21h30 – HAVANA WAY – Auditório do Parque Urbano
Havana Way, é uma formação cubana criada pelo pianista Victor Zamora.
Uma formação 100% cubana que trabalha sem filtro e que se destila no público.
Quem melhor que um cubano pode fazer soar ritmos latinos como o merengue, salsa, cumbias, boleros, chá,chá,chá, mambo, són e bachatas.
Havana Way é o ritmo quente e o sol de Cuba. A associação de cinco talentosos músicos cubanos numa formação particularmente bem unida pelas suas origens e também pela alegria e calor da música latina.

Dia 24 de Julho – 21h30 – “Presos por uma corrente de ar” pelo Teatro de Montemuro- Auditório do Parque Urbano

Imaginem uma praça no meio da cidade. Uma banda filarmónica e um Presidente que quer lançar a 1ª pedra de uma grande obra. Imaginem quatro personagens, quatro presos a cumprir pena em serviço comunitário, com o objectivo principal de “erguer” uma estátua “magnifique”! Imaginem agora um “deslize” no orçamento e uma necessidade urgente de terminar e apresentar a obra aos cidadãos, que afinal se encontram na praça para isso mesmo.
Num verdadeiro caos, acompanhado e música ao vivo e “bagaço”, estes personagens criam algo diferente!
Resta a “Tilinha puxar a guitinha”….

Dia 31 de Julho – 21h30 – “PUCARINHO” – Auditório do Parque Urbano

“Pucarinho”….dá nome a este projecto, nascido em Setembro de 2008 em Évora, Portugal.
Luis Pucarinho (guitarra clássica e voz), André Penas (viola d’arco), José Silva (trombone baixo), Zeps (guitarra folk) e Daniel Meliço (bateria) são os músicos que fazem deste projecto, um interessante mar de acontecimentos entre os sons que produzem. Estes músicos servem estes temas de momentos fortes, sensíveis, explosivos, harmoniosos ou mesmo imprevisíveis, seguindo as letras e levando o seu significado nos sons que nos chegam. As abordagens musicais são evidentes e assumidas e trazem ao de cima alguma coisa de blues, jazz, rock ou mesmo musica erudita. Tudo isto, reveste estas canções de um carisma próprio e originalmente concebido, revelando histórias que cabem em todos nós entre o passado, o presente e o futuro.

Dia 14 de Agosto – 21h30 – HOMENAGEM A ARY DOS SANTOS – Auditório do Parque Urbano

A música aliada às palavras de José Carlos Ary dos Santos, num espectáculo em que Samuel, Fátima Casa Branca, Sira e Alexandra Anastácio  relembram o poeta.

Dia 18 de Agosto – 21h30 – NOITE DE FOLCLORE – Auditório do Parque Urbano

Organizada pelo Rancho Folclórico “Fazendeiros de Montemor”, esta noite tem também a participação do Grupo Folclórico da Ponta do Sol (Madeira)

Dia 21 de Agosto – 21h30 – FOGO DI MAR – Auditório do Parque Urbano

Já há muito que os guitarras Gustavo Aquino e Sérgio Figueira trabalham em duo temas da obra de Luís Rendall, um dos expoentes máximos da música instrumental cabo-verdiana. Esse trabalho consistiu na procura de uma interpretação do compositor, introduzindo elementos musicais de outras linguagens, como a música erudita e o jazz, sem desvirtuar o cariz popular da imensa obra do autor ( mornas, chorinhos, boleros, coladeiras, valsas, fox trot, entre outros estilos).
Rendidos à qualidade do trabalho deste genial compositor e perante a possibilidade de infinitas interpretações, resolveram os músicos pôr “mãos à obra” criando um projecto inteiramente dedicado a Luís Rendall.
Fogo di Mar é o nome de um sonho…o registo devido ao genial Luís Rendall. 

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