Prospeção geofísica no Castelo de Montemor-o-Novo

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, em conjunto com a empresa Era, Arqueologia, desenvolveu nos primeiros dias de Dezembro uma ação de prospeção geofísica no Castelo de Montemor-o-Novo. A ação foi liderada pelo investigador alemão Helmut Becker, um dos maiores especialistas mundiais na aplicação de métodos geofísicos à arqueologia.
A prospeção geofísica tem como objetivo identificar contextos e estruturas arqueológicas, sem necessidade de recorrer a métodos intrusivos. No caso de Montemor, pretendia-se obter uma imagem global da organização urbana do interior do Castelo, por forma a permitir um planeamento consistente das futuras escavações arqueológicas a desenvolver no local.
A Câmara Municipal aguarda agora os resultados desta campanha, que serão posteriormente divulgados à população.




Passeio de Natal 2013 - Grupo Cicloturismo de Montemor-o-Novo

Tal como é de tradição , 
vamos realizar dia 15 de Dezembro pelas 9 horas o nosso passeio de Natal . 
Temos para um percurso de cerca de 35 km de baixa dificuldade para todos ,
por entre o montado Alentejano ,
com algumas pequenas subidas e descidas mas de baixa dificuldade .

Já podem efectuar as vossas inscrições através do link :
 
Cá ficamos a vossa espera , inscrevam-se e apareçam .

Nota : As inscrições são gratuitas , coisa já rara.
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 Delfino Santos 
Grupo Cicloturismo de Montemor-o-Novo

 http://www.cicloturmontemor.web.pt

XIX Concerto de Outono em Montemor-o-Novo 23/11/2013


Gentes da Minha Terra no Curvo Semedo

Gentes da minha terra
CINE-TEATRO CURVO SEMEDO I MONTEMOR-O-NOVO
23 de  NOVEMBRO l 21H30 l 2013
Apresentação no âmbito do Projecto Formação de Novos Públicos 2013 da Direção Regional de Cultura do Alentejo. Entrada livre. Bilhetes Disponíveis no Posto de Turismo a partir de 18 de novembro e no próprio dia do espetáculo na bilheteira do Cine-Teatro, a partir das 21h30.
A Companhia de Dança Contemporânea de Évora – CDCE, apresenta a 23 de novembro de 2013, pelas 21h30, Gentes da minha terra. O espetáculo é interpretado pelo elenco residente e por bailarinos convidados. A linguagem da criação retoma o universo identificável da dança e apresenta uma estrutura coreográfica, que vive da interação entre musica-imagens-movimentos. O tema central é o universo onírico do Fado.

No momento em que a cultura nacional afirma o Fado como património da humanidade, a coreógrafa Nélia Pinheiro cria um espetáculo pleno de imagens oníricas, que pretende homenagear essa grande figura do Fado - Amália.

A criação apresenta um diálogo lírico entre o fado, os poemas, o vídeo e o corpo.  A história remete-nos para esse mundo particular e nacional, que é o Fado. Um mundo lúgubre, um lugar sem tempo, inscrito na matéria do sonho e do desejo. Os Fados ecoam em cena como aromas das relações de homens e mulheres. Os corpos falam a voz da saudade. Os corpos envolvem-se em encontros e desencontros, ou abandonam-se à paixão.

Numa atmosfera cénica e visual marcada pela voz de Amália, e por imagens de Lisboa, os corpos dos bailarinos exploram diversos ambientes, suportados por sequências coreográficas, que exploram o corpo a solo, ou descrevem ações em coletivo. A genética das emoções é desenvolvida na relação que o corpo estabelece com outros corpos, com a música, ou com o vídeo.

A coreografia molda a música nos corpos e movimentos dos bailarinos, sem nunca querer ser uma ilustração das canções de Amália, mas uma matéria plena de poética. Cada momento fala de uma Lisboa atual, de uma Lisboa aberta ao mundo, onde persiste na genética das gentes, a saudade, e o fado ecoa pelas ruelas de alfama e se espelha no Tejo.

Duração | 60 min (s/ intervalo)
Escalão etário: Todos

Ficha Técnica
Direção e Coreografia | NÉLIA PINHEIRO
Bailarinos | Cocriadores GONÇALO LOBATO | ELINA CAMPOS |
NÉLIA PINHEIRO | RAFAEL LEITÃO
Textura Sonora | FADOS INTERPRETADOS POR AMÁLIA | ARVO PART | SPEED J.
Criação Vídeo Fernando Dias

A CDCE é uma estrutura financiada | GOVERNO DE PORTUGAL – SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA, Dgartes – Direção-Geral das Artes

A CDCE tem o apoio | Câmara Municipal de Évora, Fundação Eugénio de Almeida, Fundação C. Gulbenkian