
20, 21, 22 e 23 de Outubro às 21h30
Cine-Teatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo
À
beira do divórcio e da falência, Arnaldo procura um sentido para a sua
vida. Em má altura. O avô morreu, deixou o património da família a saque
e as primas reclamam a sua parte. No casarão, repleto de futilidades
mais ou menos valiosas, os personagens vagueiam num ímpeto recolector,
memórias e culpa andam à solta como num filme de terror, cobrando a sua
fatia da herança. A verdade, negada e escondida até ao limite, acaba por
brotar na cave, jorrando pela biblioteca, inundando o jardim e a
piscina. Arnaldo só deseja chegar ao fim do dia com a dignidade de um
ácaro, como aqueles que rastejam no tapete centenário. Não há nada como ser rico, não é?
Um espectáculo sobre o vazio existencial. Um toque de absurdo e dois dedos de surrealismo. Uma comédia sinistra e ferrugenta, que sublima alguns dos mais rasteirinhos valores humanos. Um elogio à pequenez. Um alívio para o público.
FICHA TÉCNICA:
Texto e Encenação: Francisco Campos
Espaço Cénico e Figurinos: Sara M. Graça
Interpretação: Catarina Caetano, Maila Dimas, Susana Nunes e Francisco Campos
Sonoplastia: Ricardo Freitas
Desenho Luz: Nuno Patinho
Imagem: Miguel Rocha
projectoruinas.blogspot.com
Um espectáculo sobre o vazio existencial. Um toque de absurdo e dois dedos de surrealismo. Uma comédia sinistra e ferrugenta, que sublima alguns dos mais rasteirinhos valores humanos. Um elogio à pequenez. Um alívio para o público.
FICHA TÉCNICA:
Texto e Encenação: Francisco Campos
Espaço Cénico e Figurinos: Sara M. Graça
Interpretação: Catarina Caetano, Maila Dimas, Susana Nunes e Francisco Campos
Sonoplastia: Ricardo Freitas
Desenho Luz: Nuno Patinho
Imagem: Miguel Rocha
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